Confira os vencedores do Troféu Promessas 2011


Aconteceu na noite desta terça-feira, 29, a entrega do Troféu Promessas, evento que premiou os melhores cantores da música gospel nacional. Diversos cantores evangélicos foram até o Rio de Janeiro onde aconteceu a premiação.
A abertura da noite foi presidida pelo pastor Silas Malafaia e apresentada pelo ator Eriberto Leão que em alguns momentos falou a respeito de sua conversão e da conversão de sua família. “Eu achava que seria mais engraçado, por eu ser ator. Mas eu fiquei bastante emocionado”, disse ele que por diversas vezes chegou a dizer que estava sentindo a presença de Deus no local.
Entre os cantores que se apresentaram na premiação está Bruna Karla, Thalles Roberto, Damares, Ana Paula Valadão e Aline Barros. Entre os convidados para fazer a entrega desses prêmios estavam os pastores Zé Bruno e Hamiltom Gomes (Banda Resgate), Alda Célia, Juanribe Pagliarin e Andrea, Aline Barros e a tricampeã de karatê Maria Cecília, Marcus Salles, Ana Paula Valadão e Alex Passos.
O Troféu Promessas foi organizado pela GEO Eventos e pela Rede Globo, mas não foi transmitido. A reunião foi fechada apenas para convidados, artistas e imprensa.
No final da premiação o cantor Asaf Borba foi homenageado e recebeu um troféu das mãos do pastor Silas Malafaia e de Marco António. Emocionado o cantor e sua esposa agradesceram pela homenagem.
Confira os ganhadores:
Melhor Clipe
“Deus da minha vida”, Thalles
“Eis-me aqui”, Ana Paula Valadão e Ludmila Ferber
“Pavão Pavãozinho”, Fernanda Brum
“Ressuscita-me”, Aline Barros
“Um novo vencedor”, Damares
Melhor CD
“Aleluia”, Diante do Trono
“Bruna Karla ao vivo”, Bruna Karla
“Diamante”, Damares
“Extraordinário amor de Deus”, Aline Barros
“Glória”, Fernanda Brum
Revelação
Arianne
Brenda
Megafone
Ministério Além do Véu
Thalles Roberto
Melhor Música
“Aleluia”, Diante do Trono
“Deus da minha vida”, Thalles
“Ressuscita-me”, Aline Barros
“Sou humano”, Bruna Karla
“Um novo vencedor”, Damares
Melhor Ministério de Louvor
Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul
Ministério de Louvor Diante do Trono
Ministério Sarando a Terra Ferida de Nova Iguaçu
Renascer Praise
Voz da Verdade
Melhor Grupo
Ao Cubo
Cassiane e Jairinho
Livres para Adorar
Oficina G3
Trazendo a Arca
Melhor DVD
“Advogado Fiel Ao Vivo”, Bruna Karla
“Aleluia”, Diante do Trono
“Aline Barros na Estrada”, Aline Barros
“DDG Experience”, Oficina G3
“Na Sala do Pai”, Thalles
Melhor Cantora
Aline Barros
Cassiane
Damares
Fernanda Brum
Nívea Soares
Melhor Cantor
André Valadão
Davi Sacer
Fernandinho
Leonardo Gonçalves
Thalles
Fotos do Troféu Promessas

Fonte:gospelprime 

Jovens evangélicos fazem paródia com a canção “Ai se eu te pego” de Michel Teló


Dois jovens evangélicos resolveram fazer uma paródia gospel com a música “Ai Se eu Te Pego” uma canção de duplo sentido que é sucesso nas rádios de todo Brasil. Na versão evangélica é “Assim eu Prego” e o refrão “nossa, nossa” virou “glória, gloria”.
O vídeo foi postado por Paulo Peres no Youtube no dia 13 de setembro e já teve mais de 2.500 acessos. Várias pessoas comentaram elogiando a versão dos jovens, outras porém não gostaram da paródia.
O cantor Michel Telo não é evangélico, mas já fez participações no CD de Marcelo Aguiar cantando a música “Ao único que é Digno”, agora ele se prepara para gravar músicas românticas também com Marcelo Aguiar em parceria com Eduardo Costa.
Paródia / Original:
Glória, Glória! / Nossa, nossa
A Ele toda Glória! / Assim você me mata
Assim eu prego, Assim eu prego / Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego
Domingo, na igreja / Sábado na balada
O pastor me chamou para pregar / A galera começou a dançar
Me inspirei na palavra mais linda / E passou a menina mais linda
Tomei coragem e comecei a falar / Tomei coragem e comecei a falar
Glória, Glória! / Nossa, nossa
A Ele toda Glória! / Assim você me mata
Assim eu prego, Assim eu prego / Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego
Ouça a canção:

E ai você acha isto certo?
Fonte:gospelprime

Silas Malafaia é destaque no The New York Times


O pastor Silas Malafaia foi destaque na edição do último sábado (26) do jornal The New York Times. Uma extensa matéria, escrita pelo correspondente Simon Ribeiro, destacou a popularidade dos livros e Dvds de pregação de Malafaia, bem como seus programas que hoje são dublados em inglês e transmitidos pelos canais de TV a cabo Daystar e Trinity Broadcasting Network.
O jornal americano o comparou a Edir Macedo e R. R. Soares, classificando-os de “líderes evangélicos que comandam grandes impérios”. Mencionou também as longas horas de programação televisiva que seus programas ocupam.
Porém, o grande destaque foi dado à “guerra” que ele vem travando contra seus inimigos: os líderes do movimento gay do Brasil, os defensores do direito ao aborto e ao que apoia a descriminalização da maconha.
Há o reconhecimento da força de suas palavras e capacidade de mobilizar milhares de pessoas que foram, por exemplo, até Brasília para uma passeata na capital contra o projeto de lei que visa punir qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, a PL 122.
Algumas declarações de Malafaia receberam atenção especial como “Eu sou o inimigo público n º 1 do movimento gay no Brasil”, algo que ele tem repetido diversas vezes. Mencionou também o ensaio escrito pela jornalista Eliane Brum para a revista Época, que mencionava das dificuldades de alguém ser ateu num Brasil cada vez mais evangélico e sua críticas ao que chamou de “disputa cada vez mais agressiva pelas quotas de mercado” entre as grandes igrejas.
Durante uma entrevista em Fortaleza, Malafaia teria chamado Elaine Brum de “vagabunda”, e enfatizou que “os ateus comunistas” em países como União Soviética, Camboja e Vietnã foram responsáveis por mais mortes do que “a guerra produzido por questões religiosas.”
Andrew Chesnut, especialista em religiões latino-americanas e professor da Universidade Commonwealth da Virginia, comparou Malafaia ao pastores mais conservadores dos EUA. “Ele é como Pat Robertson, no sentido de ser pioneiro no movimento que introduziu a direita evangélica na política nacional”, disse Chesnut.
O New York Times ressaltou o crescimento da influência dos evangélicos no país, inclusive na política e afirmou que enquanto o Brasil ainda tem o maior número de católicos romanos no mundo, passou a rivalizar com os Estados Unidos na quantidade de pentecostais.
A recente controvérsia do pastor Malafaia com a revista Época no tocante ao uso da palavra “funicar” numa declaração contra Toni Reis, um dos líderes nacionais do movimento de defesa dos direitos gays. A palavra foi grafada pelo repórter como “fornicar”, causando uma onda de piadas no Twitter e ataques de todo tipo. Embora a revista tenha se retratado, o episódio rendeu muitas críticas ao pastor.
Explicando que não tem pretensões de concorrer a cargos eletivos, Malafaia explica: “Deus me chamou para ser pastor e não vou trocar isso para ser um político.”
Na entrevista noticiada pelo jornal há uma citação que mostra a importância do pastor, que teria sido procurado por vários políticos atrás de seu apoio, inclusive a então candidata Dilma Rousseff.
Malafaia conta que respondeu: “‘Eu não tenho nada pessoal contra você. Acho até que você é uma mulher inteligente e qualificada. Mas como posso votar em você se passei quatro anos lutando com um grupo de seu partido que lançou um projeto de lei para beneficiar os gays?”.
O jornalista afirmou, no final da matéria, que a formação de Malafaia e de sua esposa, em psicologia o ajuda quando sobe ao púlpito para fazer “sermões carregados de lições de auto-ajuda e perseverança”.
A reportagem não deixou de mencionar que ele vive a prosperidade que prega, classificando-o de “milionário” e que possui uma luxuosa Mercedes-Benz, além de um jatinho Gulfstream, que traz escrito “Favor de Deus” na fuselagem. O pastor explicou que comprou usado e rebateu: “O papa voa em jumbo. Mas, se um pastor viaja em um avião a jato usado, é considerado um ladrão.”

Igreja do Universo tenta provar que fumar maconha é uma prática religiosa aceitável


Um juiz do Tribunal Federal do Canadá não aceitou o pedido de reconhecimento do uso de maconha com fins religiosos.
Christopher Bennett afirma ser  sacerdote da “Igreja do Universo”, grupo sectário que acredita que a cannabis sativa (nome científico da maconha) é a “árvore da vida.” Ele tenta provar na justiça que as leis do Canadá desrespeitam os seus direitos religiosos.
Em sua detalhada decisão, num processo com 21 páginas, o juiz Michel Shore disse que Bennett não conseguiu provar que o consumo de maconha “tem qualquer ligação com a religião.” “Mesmo que o requerente alegue que sua prática é baseada na crença de que a cannabis é a árvore da vida, isso, por si só, não a torna uma prática religiosa”, escreveu o juiz.
Em uma entrevista recente, Bennett, 49, disse que vem usando maconha como um sacramento religioso por mais de 20 anos. Ele é um ex-”hippie-surfista” de Vancouver Island, que começou a fumar maconha quando tinha 12 anos.
Em 1990, entrou para uma seita chamada “Igreja do Universo”, depois de entender que a maconha lhe deu uma “revelação” de que a cannabis era a árvore da vida mencionada no Livro do Apocalipse.
“Foi um momento crucial em minha vida”, disse ele. “Não é apenas um chamariz. Ao ingerir cannabis, compartilhamos de uma consciência coletiva, o que é um aspecto de Deus. Essa é uma crença comum em inúmeras tradições místicas.”, defende-se Bennet , que diz ser um estudioso do assunto. Ele já escreveu três livros sobre o uso de cannabis em várias religiões e na história antiga e ele atua como um juiz em concursos que medem a qualidade de cannabis em vários lugares do mundo.
Ele é o dono da Urban Shaman, uma loja de Vancouver que vende “plantas mágicas e sagradas”, e faz participações no site, Pot.TV, que divulga vídeos relacionados à maconha.
Bennett começou seu confronto com o governo em fevereiro de 2009, quando escreveu ao ministro da Saúde alegando ser de “interesse público” na Lei de Substâncias Controladas a inclusão do uso da maconha por motivos religiosos. Seu pedido foi negado. Foi então que ele apelou para o Tribunal Federal para pedir uma segunda opinião.
Em sua decisão, o juiz Shore concluiu que o consumo de maconha era uma “opção de vida” secular, que não podia ser protegido pela legislação canadense sobre a liberdade de religião. O juiz reconhece que Bennett apresentou evidências volumosas sobre o uso religioso de cannabis ao longo da história, citando as práticas de uso da maconha pelos rastafaris e etíopes coptas, mas que essas informações eram “irrelevantes”.
O que precisava ser relevante, disse Shore, era saber se poderia comprovar que  o uso de maconha pode ser ligado a um sistema abrangente de fé e adoração. Neste ponto, afirmou o juiz, Bennett não produziu “quase nenhuma evidência” para mostrar uma conexão. Seu único argumento foi dizer, repetidas vezes, que isso lhe ajuda a “conectar-se com o divino.”
Os dois acadêmicos que Bennett apresentou como suas testemunhas também não puderam oferecer nenhuma evidência relevante, finalizou o juiz.
Bennett tentou argumentar que sua liberdade e direitos de igualdade seriam violados se ele não recebesse a isenção, lembrando que alguns canadenses podem ter acesso legalmente a maconha por razões médicas. Além disso, usuários de drogas injetáveis ​​em Vancouver podem fazer uso delas em locais determinados pelo governo como o Insite.
A palavra final do juiz foi que essas exceções foram concedidas porque protegem a saúde e a segurança pública, nada tendo a ver com religião. Coincidentemente, o juiz Michale Shore também escreveu livros sobre religiões e espiritualidade.
Bennett e a Igreja do Universo não se deram por vencidos e vão apelar novamente da decisão.
“É claramente uma discriminação religiosa”, disse ele, citando que no Google as palavras “Jesus” e “cannabis”, aparecem juntas em milhares de links. Um dos ensinamentos da Igreja é que a Bíblia se refere à cannabis em várias passagens, como Êxodo 30:23, que fala do óleo da unção dos sacerdotes. Para eles, a tradução mais correta do termo “Kaneh-Bosum” não é “cálamo”, mas sim “cânhamo”, outro nome da cannabis.
Em seus escritos, a Igreja do Universo defende que usar cannabis é parte do ensinamento bíblico e que as propriedades curativas da planta são inegáveis. Para a seita, como o óleo da unção continha cannabis em sua composição, foi usado por Jesus e depois pelos apóstolos quando oravam por cura e ungiam os doentes.

Fonte:gospelprime