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Bancada evangélica se une a ruralistas para derrotar governo


Mais uma vez a bancada evangélica está em rota de colisão com o governo da presidente Dilma Rousseff. Nem a indicação de Marcelo Crivella (PRB) para o Ministério da Pesca diminuiu os atritos ideológicos.
Primeiro foi a campanha contra a PL 122 e o chamado “kit gay”, encomendado pelo Ministério da Educação. Este ainda pode ser usado contra o ex-ministro Fernando Haddad, candidato a prefeito de São Paulo pelo PT.
Depois, foram às pesadas criticas aos ministros Eleonora Menicucci (Políticas para Mulheres), que defende a legalização do aborto, e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), que defendeu uma disputa “ideológica” contra as igrejas evangélicas.
Agora, o centro do confronto é a venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa. Depois de terem uma vitória parcial da Frente Parlamentar Evangélica,  o governo anunciou que vai honrar o acordo firmado com a Fifa em 2007, em que o país se comprometeu a liberar as cervejas durante os jogos.
A estratégia dos deputados evangélicos foi buscar o apoio dos ruralistas para tentar impor derrotas ao governo no Congresso.
As duas bancadas, que reúnem mais de 170 deputados, devem votem unidas nos principais projetos em discussão na Câmara: a Lei Geral da Copa e o Código Florestal.
Por sugestão dos evangélicos, os dois grupos tentarão derrubar o artigo que libera explicitamente a venda de bebidas. Em contrapartida, os evangélicos apoiariam os ruralistas, votando a favor do relatório de Paulo Piau (PMDB-MG) sobre o Código Florestal.
A reforma no texto desagrada o governo por ter suprimido trecho sobre o bloqueio do crédito para quem não aderir a programas de regularização ambiental em cinco anos. A estratégia de unir forças foi costurada por Campos e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também é evangélico, e apresentado ao líder dos ruralistas, Moreira Mendes (PSD-RO).
Mendes diz que a ideia será discutida por sua bancada na próxima segunda-feira. Por sua vez, o deputado João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica no Congresso, declarou: “Vamos nos unir para o bem do país”.
Além desses dois grupos, outros deputados insatisfeitos da base governamental ameaçam votar contra o governo nesses pontos. O Planalto estuda adiar as votações, pois sabe que com a aliança entre as bancadas, a maioria governista não é suficiente para aprovar os projetos com folga.


Fonte: gospelprime.

Prefeito de cidade gaúcha prepara a população para o fim do mundo


O prefeito Décio Colla, da cidade de São Francisco, no Rio Grande do Sul, tem mobilizado os moradores do município que fica a 112 quilômetros da capital Porto Alegre a se prepararem para o fim do mundo.
Por estar localizada a 907 metros acima do nível do mar muitas pessoas estão escolhendo a cidade para se proteger dos possíveis desastres naturais relacionados ao fim do mundo previsto para acontecer no dia 21 de dezembro de 2012.
Mesmo os estudiosos dizendo que as previsões do Calendário Maia não dizem respeito ao final do mundo, ainda tem muita gente que acredita que a Terra está com seus dias contados. Por isso, o prefeito tem se aprofundado em teorias geofísicas e da astrofísica para poder preparar a população.
“Não podemos ficar sentados chupando sorvete e esperando acontecer alguma coisa. Temos de agir”, disse Colla ao portal G1 garantindo que se pudesse já teria adotado medidas prevenindo a população. “Como homem público, fica difícil fazer alguma coisa no momento. Não posso nem estocar a merenda escolar, pois tenho que apresentar as contas zeradas no final de cada mês.”
Mesmo com essas limitações o prefeito tem alertado os moradores a juntarem comida e ele mesmo tem feito isso, pois sabe que em grandes desastres os produtos e serviços desaparecem, deixando a população sem condições de sobrevivência. “Na minha casa, vou estar preparado para ficar de dois a três meses sem serviço nenhum. Pelo menos um mingauzinho eu vou ter para comer”, disse o prefeito.
Preparado para o fim do mundo está um comerciante do município que já estocou o suficiente para alimentar 50 pessoas durante um ano. Ele informou ao G1 que tem 108 quilos de arroz, 40 de feijão, 108 metros de tecido e outras coisas.
Fonte:Gospel Prime Com informações G1

Bancada evangélica quer legalizar “cura gay”


A homossexualidade deixou de ser considerada doença pelas Nações Unidas na década de 1990. Portanto, um psicólogo não poderia fazer alguém mudar sua orientação sexual. Contudo, os parlamentares evangélicos pensam diferente e desejam reverter uma resolução do Conselho Federal de Psicologia.
Segundo um projeto de decreto legislativo, encaminhado  pelo deputado João Campos (PSDB-GO), o conselho “extrapolou seu poder regulamentar ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”. Esse projeto pode suspender dois artigos (instituídos em 1999) que proíbem um psciólogo de emitir opiniões públicas ou tratar a homossexualidade como doença.
Campos é líder da Frente Parlamentar Evangélica. O pivô da questão que  agora chega à Brasília é Marisa Lobo, 39, um “psicóloga cristã” que luta contra o Conselho Regional de Psicologia do Paraná.  Ela tem lutado contra o que chama de “privilégios gays” e pediu união dos pastores e parlamentares cristãos no tratamento desta questão.
Ela foi acusada de ferir o código de ética da categoria devidos a textos de sua autoria sugerindo que, para “alcançar a comunidade gay”, deve-se seguir o exemplo de Jesus, que “não concordava com certos comportamentos, porém tratava com tolerância e amor”.
Membro da igreja batista, Lobo alega sofrer “perseguição religiosa”, mas nega oferecer “cura” a pacientes gays e rechaça qualquer acusação de homofobia.
Ela foi convocada recentemente a retirar da internet seu material vinculando psicologia e religião. Diversos ativistas pró-gay e também ateus fizeram denúncias contra Marisa, que corre o risco de perder seu registro profissional.
Para Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia, “não existe psicólogo cristão: a psicologia é laica, a pessoa é cristã”. Ele acredita que o projeto de lei dos deputados irá interferir na autonomia do Conselho que possui “normas éticas para combater uma intolerância histórica”.
O pastor e deputado Roberto de Lucena (PV-SP) é relator do projeto de Campos, hoje sob análise da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. Para ele, os pais têm o direito de encaminahr os filhos para “redirecionamento sexual”. Mas reconhece que o tema deve ser discutido em audiência pública. Isso deve ocorrer nas próximas semanas, em Brasília.
Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, afirma que é o preconceito que leva um gay a procurar tratamento. Ele acredita que “deve-se curar a síndrome de patinho feio e não a homossexualidade em si”.
Fonte: Gospel  Prime Com informações Folha.com

Ministério Público pede que notas de real não tragam a frase “Deus seja louvado”


A coluna Radar Online, assinada por Lauro Jardim na revista Veja, trouxe uma denúncia que deve gerar muita polêmica no Brasil. Embora seja um país laico, ou seja, sem religião oficial, existem várias menções religiosas nas atitudes do governo e vários feriados religiosos nacionais.
Recentemente, o procurador substituto do Ministério Público Federal em São Paulo, Pedro Antonio de Oliveira, quer que a frase “Deus seja louvado” seja retirada das cédulas de Real.
Em dezembro do ano passado, o procurador fez uma representação devido a uma suposta “ofensa à laicidade da República Federativa do Brasil”. Em outras palavras, ele pede que o Banco Central não imprima mais “Deus seja louvado” nas cédulas de dinheiro.
Para o procurador, essa frase desrespeita o Estado laico e, portanto, não deveria estar nas cédulas.
O Banco Central já iniciou um procedimento interno para tratar do caso. Em sua resposta ao procurador, divulgada na semana passada, o banco lembra que, a exemplo da moeda, até a Constituição foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
Também argumenta que “A República Federativa do Brasil não é anti-religiosa ou anti-clerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo”.
O Banco Central acredita que a ação do procurador “padece de vício de origem”, pois é atribuição do Conselho Monetário Nacional determinar como serão as cédulas e as moedas do país.
Não é a primeira vez que o assunto é tratado. Vários artigos já foram publicados em relação a isso. Porém, é a primeira vez que existe uma ação clara de um órgão federal.
O jornalista Túlio Vianna, assina um artigo na revista Fórum que exemplifica bem qual a posição dos sem religião:
“A liberdade constitucional de crença é também uma liberdade de descrença, e ateus e agnósticos também são cidadãos brasileiros que devem ter seus direitos constitucionais respeitados.
O mesmo se diga em relação aos politeístas, que acreditam em vários deuses e não aceitam a ideia de um deus onipotente, onisciente e onipresente.
Um bom exemplo do uso do nome de Deus com violação do princípio da laicidade é a expressão “Deus seja louvado” no dinheiro brasileiro.
Como não incomoda à maioria da população, acaba sendo negligenciada em detrimento dos direitos constitucionais dos ateus, agnósticos e politeístas, que ainda não são bem representados no Brasil.
Já se vê, porém, algumas destas expressões riscadas à caneta nas notas brasileiras, o que é uma clara manifestação de descontentamento com o desrespeito à descrença alheia”.
Fonte:Gospel Prime

Jean Wyllys quer proibir pastores de falaram contra o homossexualismo no rádio e na TV


Para o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) pastores e padres precisam ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os homossexuais podem ser “curados”.
Wyllys, que é homossexual assumido, diz que esses religiosos precisam ser punidos por lei, pois ao afirmar que se trata de uma doença com possível recuperação muitos homossexuais passam a sofrer problemas psíquicos.
“Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças nesse país… Vai ser bem aceito?”, disse ele em entrevista ao UOL e à Folha de São Paulo.
O deputado disse que não pode impedir que o assunto seja falado nos púlpitos, mas não concorda com o uso de concessões públicas para disseminar a ideia de que o homossexualismo é pecado. “Os religiosos são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”, disse ele que acredita que essas falas  demonizam e desumanizam a comunidade gay.
gospel prime Com informações Metrópole FM

Presidente da África do Sul culpa cristianismo por trazer males ao país

Segundo jornais sul-africanos, o presidente Jacob Zuma culpou o cristianismo “por muitos dos males que hoje afetam a África” durante um discurso proferido em KwaZulu-Natal. O objetivo do discurso era alertar a população para a segurança rodoviária, na época do ano em que centenas de sul-africanos morrem nas estradas do país.
“Como africanos, muito antes da chegada dessa religião, nós tínhamos a nossa forma de fazer as coisas. Eram os tempos a que as pessoas religiosas chamam de ‘idade das trevas’ mas sabemos que naqueles tempos não havia órfãos, orfanatos nem lares de idosos. Foi o cristianismo que trouxe essas coisas para cá “, disse Zuma.
O presidente sul-africano pertence ao partido que está no poder desde 1994, o ANC (Congresso Nacional Africano). Zuma exortou os presentes a “voltarem a fazer as coisas à maneira antiga” porque, segundo ele, a modernidade tem sido nociva para a sociedade.
Como exemplo, Jacob Zuma citou a legislação que proíbe os castigos corporais das crianças, afirmando que por causa das leis em vigor, os pais não podem educar os filhos como querem.
“Apesar de não poder culpar as leis, não consigo ser diplomático sobre essa questão. Isso é fato”, concluiu o presidente.
Apesar deste  discurso recente, Zuma e vários outros dirigentes do ANC têm utilizado o cristianismo para promover o partido e os seus princípios em várias campanhas eleitorais e fora delas. O maior líder do ANC foi Nelson Mandela, que é de família metodista
Curiosamente, em 2007, Zuma foi ordenado “pastor honorário” pela assembleia geral das Igrejas pentecostais Independentes, na cidade de Durban, e frequentemente fala nos púlpitos de várias igrejas sul-africanas.
Antes das eleições de 2009, ele foi muito criticado por ter dito: “só quem votar no ANC vai para o céu quando morrer”. Zuma já afirmou também que “o ANC governará a África do Sul até Jesus Cristo voltar à terra”, o que rendeu-lhe críticas de vários setores da sociedade.
Depois de culpar a religião cristã nesse discurso mais recente, vários pastores lembram que  em 2008, quando era candidato a presidente, Zuma disse numa encontro com líderes religiosos que “a África do Sul é um país baseado nas regras e nos princípios de Deus. Quando nós (depois de eleitos) assumimos o governo, levantamos a mão direita e pedimos ‘que Deus nos ajude’. Penso que ninguém pode negar que a África do Sul se baseia nos princípios de Deus”.
O líder do partido do presidente, Mathole Motshekga, afirmou em comunicado que os comentários de Zuma foram mal interpretados. “O jornalismo irresponsável sempre encontrará uma forma criativa de enganar, e, neste caso, inexplicavelmente viu um ataque ao cristianismo em afirmação perfeitamente claras do presidente”, disse ele.
Motshekga disse uma distinção precisa ser feita entre “o cristianismo como fé” e “as nefastas atividades missionárias que trouxeram sofrimentos ao nosso povo”. Ele lembrou, por exemplo, que a colonização da África do Sul foi ajudada por algumas “empresas missionárias”, que exploravam o povo usando como “pretexto” o cristianismo e mesmo o apartheid foi praticado “sob o manto do cristianismo”.
“Enquanto a cultura africana, desde tempos imemoriais, ensina as pessoas a cuidar uns dos outros e usar de benevolência para com o próximo, o modo de vida do cristianismo ocidental tolera o princípio de “cada um por si”, afirmou Motshekga. “Isso resultou em pessoas idosas sendo colocadas em lares de idosos e crianças sendo enviadas para orfanatos.”
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Iol News

Deputado cria projeto de lei defendendo que templos religiosos tenham liberdade em não aceitar gays


O deputado Washington Reis (PMDB-RJ) propôs na Câmara o Projeto de Lei 1411/11, que estabelece que não seja crime líderes religiosos se recusarem a celebrar casamentos em desacordo com suas crenças. O projeto de lei do deputado defende também que organizações religiosas não sejam obrigadas a aceitar em seus templos a permanência de cidadãos que violem suas doutrinas, valores e liturgias.
A proposta visa acrescentar exceções à Lei 7.716/89, que estabelece que praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime, sujeito à pena de reclusão de um a três anos e multa.

O texto da proposta visa estabelecer que “à manifestação do pensamento decorrente de ato de fé, que em razão da liberdade religiosa não obriga qualquer organização religiosa a efetuar casamento religioso em desacordo com suas crenças” e acrescenta também que “à prática do exercício de culto religioso, sendo livre e opcional, não configurando discriminação a recusa de organizações religiosas na permanência de cidadãos que violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias”.
Segundo o autor o objetivo da proposta é garantir às organizações religiosas “o direito de liberdade de manifestação”. O deputado ressalta que a prática homossexual é descrita, em muitas doutrinas religiosas, como uma conduta em desacordo com as suas crenças.
Segundo a Agência Câmara a proposta, de caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Gospel+

Silas Malafaia afirma que Lei da Palmada é “palhaçada de deputado que não tem o que fazer” e promete campanha contra

Silas Malafaia afirma que Lei da Palmada é “palhaçada de deputado que não tem o que fazer” e promete campanha contra
Citando princípios bíblicos, o pastor Silas Malafaia criticou veementemente a aprovação da Lei da Palmada na Câmara dos Deputados, e afirmou que quando a lei for votada no Senado, fará uma campanha para que ela não seja aprovada.
Para Malafaia, “essa lei da palmada ė mais uma palhaçada de deputado que não tem o que fazer e não entende nada de educação de filho”. A polêmica declaração foi feita através do Twitter, onde Malafaia acrescentou: “Quantos de nós já levamos uma boa chinelada, e nem por isso morremos, pelo contrário aprendemos a respeitar limites. O que estamos vendo ė uma geração indisciplinada que não respeita ninguém, e ainda querem piorar as coisas. Isto está me cheirando a ideologia de governo. Querem se intrometer e determinar sobre a educação de nossos filhos. Não aceitamos!”

Fonte : gospel+

Ativistas homossexuais criticam o apoio de Dilma Rousseff à parlamentares evangélicos


Durante a abertura da 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT a presidente Dilma Rousseff foi criticada por sua aproximação com parlamentares evangélicos e por não se pronunciar a respeito da homofobia.
O evento aconteceu em Brasília e reuniu cerca de 800 pessoas que protestaram contra a presidente. Estavam presentes os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Maria do Rosário (Direitos Humanos).
“Nossa presidente esteve na ONU e não teve coragem de falar de homofobia (…) Enquanto acordo com evangélicos for feito nas cortinas do palácio, o sangue das travestis vai continuar correndo”, disse a travesti Jovanna Baby, durante seu discurso.
Depois dessa fala, a travesti elogiou o presidente Lula que participou da primeira conferência em 2008, quando era presidente, e os presentes levantaram um coro dizendo: “Ô, Dilma, que papelão, não se governa com religião”.
Para tentar defender a presidente, a ministra Maria do Rosário tentou lembrar os presentes que não era junto esquecer que o evento e os outros trabalhos de sua pasta só eram possíveis com o respaldo da presidente Dilma. Gilberto Carvalho também lembrou que a campanha de TV contra homossexuais foi financiada pelo governo, e que, portanto, Dilma estaria sim cooperando para a causa LGBT.
As críticas estão diretamente ligadas ao fato da presidente ter vetado o Kit anti-homofobia que seria distribuído para as escolas de ensino fundamental da rede pública. O projeto foi muito criticado pelas frentes parlamentares evangélica, católica e da família que pressionaram o governo para que o material fosse recolhido.
Fonte: gospel prime Com informações Folha de SP

“Militância LGBTT é uma conspiração contra o certo”, diz Marco Feliciano


O pastor e deputado federal Marco Feliciano fez um discurso caloroso na tarde desta quinta-feira, 24, na Câmara Federal acusando a militância LGBTT de juntamente com o Governo, mídia e intelectuais, promover uma conspiração contra a família.
Feliciano se referiu as últimas decisões do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça que aprovaram aunião estável e também o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. “Trata-se de uma CONSPIRAÇÃO! Sim senhoras e senhores! Uma conspiração contra o certo, contra a família, contra a continuidade da existência humana!”, disse ele.
O deputado evangélico também discursou a respeito do seminário “Escola Sem Homofobia” onde foi pedido para que as editores evitem colocar a discriminação de gênero e diversidade sexual nos livros didáticos.
Na interpretação de Marco Feliciano tal medida vai proibir que nos livros escolares tenham uma família representada por pai, mãe e filhos, pois isso seria uma discriminação contra famílias formadas por pais homossexuais.
“Caberá ao MEC só aceitar materiais de editoras que, ou não coloquem a figura pai, mãe e filhos, ou incluir-se-a duas mulheres ou dois homens de mãos dadas e a figura de uma criança”, explica o parlamentar.
Feliciano também pontuou algumas políticas públicas e leis que tendem beneficiar o grupo LGBTT e ao mesmo tempo silenciar quem discorda da prática. Após citar alguns exemplos o pastor fez um apelo aos parlamentares que compõe a Frente Parlamentar Evangélica, Católica e da Família pedindo para que eles se unam contra tais propostas.
“Não a homofobia! Mas também não a concessão de direitos que geram mais DISCRIMINAÇÃO e SEGREGAÇÃO!”, diz ele.

Fonte:gospelprime

Sinal do Apocalipse? Organização das Nações Unidas propõe moeda global única


A UNCTAD, Conferência da ONU para o comércio e o desenvolvimento, avalia que o sistema atual de reserva internacional é um dos principais responsáveis pela crise econômica atual. O órgão pediu esta semana uma reforma abrangente, pois seus estudos mostram que, considerando a proporção do PIB, um país como o Brasil gastou mais do que os EUA e outros países ricos em estímulos à economia.
A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.
Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.
“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.
A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.
Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.
Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.
O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.
“Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório. “Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional. ”
Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.
Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.
A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:
“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”
Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.
Para os especialistas em escatologia, uma economia global unificada, sem papel-moeda, é necessária para cumprir a profecia de Apocalipse 13:16-18

Fonte:gospelprime

Juiz que anulou união gay é pastor da Assembleia de Deus e afirma que agiu por ordem de Deus


Juiz que anulou união gay é pastor da Assembleia de Deus e afirma que agiu por ordem de Deus
O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas que anulou uma união estável gay em Goiânia e ainda proibiu os cartórios de fazer esse tipo de contrato sem autorização judicial afirmou nesta quarta-feira, 22, que é pastor da Assembleia de Deus.
Apesar de afirmar sua fé ele disse que a sua decisão foi amparada pela Constituição Federal que só reconhece como estável apenas a união entre um homem e uma mulher. Ele também disse que a decisão do Supremo Tribunal Federal, que garante aos homossexuais os mesmos direitos civis dos demais brasileiros, não é vinculante e o acórdão daquela sessão ainda não foi publicado.
“Sou pastor da Assembleia de Deus Madureira e não nego minha fé,” disse Villas Boas que também afirmou que só um juiz é que pode reconhecer os requisitos para que duas pessoas se unam. “As pessoas no Brasil para viverem juntas e se unirem têm que ter os requisitos formais da lei. Quem reconhece isso é um juiz.”
Essa semana uma desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) cassou a anulação do casamento e ainda informou que vai pedir a  Corte Especial do tribunal  que abra um processo disciplinar contra o juiz.
Villas Boas foi então convidado pelos deputados evangélicos a participar de uma sessão solene na Câmara, onde foi entregue uma moção de apoio.
Fonte: Gospel Prime