“Sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia” afirma Silas Malafaia


No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto.
Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
QUEM É
Carioca de 52 anos, é o pastor líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Formado em psicologia pela Universidade Gama Filho, é casado e tem três filhos
O QUE FAZ
Há 29 anos apresenta programas na TV, exibidos em rede nacional e no exterior
O QUE FEZ
Publicou mais de 100 livros e diz ser o pastor que mais vende DVDs de mensagem no Brasil, cerca de 1 milhão de cópias por ano
ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?
Silas Malafaia – Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.
ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?
Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista…
ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?
Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.
ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?
Malafaia – A Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.
ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?
Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.
ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?
Malafaia – Nada a falar contra ele.
ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele…
Malafaia – Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.
ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?
Malafaia – Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.
ÉPOCA – Por que o José Serra?
Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.
ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?
Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.
ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.
ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
Malafaia – A Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.
ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?
Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo… Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.
ÉPOCA – E como se dá essa reversão?
Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.
ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Malafaia – Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.
ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.
ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?
Malafaia – O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.
ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.
ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?
Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.
Fonte: Época

Igreja funciona dentro de boate na rua Augusta


Rua Augusta, 486. Às 3h de um sábado, dezenas de pessoas se aglomeram em frente ao Clube Outs, uma das muitas casas noturnas da região.
Para entrar, é preciso enfrentar seguranças engravatados e desembolsar R$ 20. Lá dentro, flanelados, tatuados e emos dançam hits da música pop dos anos 1980 e 90.
No dia seguinte, por volta das 18h, a casa continua a mil. Mas as portas estão abertas a qualquer um. Sob a luz de holofotes, uma banda anima um público jovem. Num telão, letras de músicas sobre louvor e compaixão. No bar, as garrafas de Smirnoff e Heineken permanecem intocadas.
O show termina, e Junior Souza, 37, surge. Veste uma camiseta preta estampada com o símbolo matemático que representa o “diferente”, tem o antebraço tatuado e brinco na orelha.
Dá alguns avisos, indica o lugar onde fica a caixinha de contribuições e anuncia pelo microfone: “Agora a gente vai fazer um intervalo e já continua o culto, beleza?”.
A pausa serve para que os fiéis da Capital Augusta possam trocar ideias. A Capital, como os habitués a ela se referem, é uma igreja protestante, fundada em 2009 pelo pastor Junior. O grupo inicial era formado por músicos, designers e gente que “já vivia a vida da Augusta”, segundo o pastor, que é professor de inglês e dá aulas na Faculdade Teológica Metodista Livre.
Quando o intervalo termina, Junior, de frente para um laptop, começa a ler um versículo da Bíblia. Carismático, ele às vezes quebra a leitura e traduz um trecho sagrado para uma fala informal.
A maioria dos presentes ainda não chegou aos 30 anos. São jovens antenados, que compartilham sua fé no Facebook e no Twitter. No site da igreja, são disponibilizados podcasts religiosos.
Dono de um corpo tatuado, o skatista e publicitário Bidu Oliveira, 20, diz que sofreu preconceito em outras igrejas e ali encontrou uma comunidade. “O foco aqui é Jesus”, justifica.
A Capital permite a ingestão de bebidas alcoólicas, desde que com moderação. Sexo, melhor dentro do casamento. “O projeto ideal é a castidade, mas, se não é essa a sua realidade, vamos seguir o caminho da reparação”, aponta o pastor. Gays são bem-vindos. “Na Augusta, é natural que eles frequentem. Nosso slogan é: ‘Proibido Pessoas Perfeitas’.”
Além do culto no Outs, há reuniões semanais nas casas dos integrantes. “Ali dividimos as alegrias e frustrações da vida em SP”, diz Junior, um paranaense de Assis Chateaubriand.
Antes de chegar à capital, ele era ligado, no interior, a uma igreja Vineyard, associação criada na Califórnia dos anos 1970. Não gosta de ser chamado de evangélico. “Tenho vergonha do que esse termo se tornou no Brasil”, confessa.
O aluguel do imóvel na Augusta é bancado por 12 pessoas da liderança da Capital. O dinheiro das doações, segundo o pastor, vai para missões religiosas e outras instituições. Valentim Van der Meer, promoter da boate, diz que aceitou alugar o espaço por simpatizar com a igreja. “É o mesmo público que frequenta o Outs na balada.”
Por volta das 21h, o culto termina ao som de Metallica. Por uma coincidência irônica que só uma rua tão augusta pode permitir, a poucos metros dali, no número 501, fica o Inferno Club. “É legal ter uma igreja na porta do inferno, mas, infelizmente, ele não está acessível. Eles cobram o dobro do aluguel daqui”, diz o pastor, rindo.

Defensoria Pública quer a retirada do outdoor com mensagens bíblicas que condenam o homossexualismo


A Defensoria Pública de Ribeirão Preto resolveu entrar com uma ação civil pública para que a Justiça exija a retirada imediata das mensagens de um outdoor com mensagem que condenada biblicamente o homossexualismo.
O defensor público Victor Hugo Albernaz diz que a ação tem pedido de liminar (urgência). “Existe a liberdade de expressão, mas o limite é quando ofende a liberdade do outro.”
O anúncio foi feito a pedido da Igreja evangélica Casa de Oração e traz  citações bíblicas, entre elas uma do livro de Levítico contrárias ao homossexualismo. O pastor da igreja, Antônio Hernandes Lopes, disse que o outdoor foi posto para “denunciar o pecado da homossexualidade”.
Ribeirão Preto receberá nos próximos dias a primeira parada gay da cidade.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Folha de S. Paulo

Minissérie sobre Rei Davi começa a ser gravada em setembro


Na segunda quinzena de setembro 50 profissionais da Rede Record viajarão para o Canadá onde será gravado as cenas da minissérie “Rei Davi” que estreia na emissora em 2012.
Os profissionais serão comandados pelo diretor Edson Spinello que está à frente desse projeto. Serão 25 capítulos contando a história do Rei Davi.
Como essa produção envolve altos custos, a Record resolveu chamar somente os melhores profissionais de cada função para evitar erros e falhas. Na lista de 50 pessoas há produtores, maquiadores, equipe técnica e atores.
Além das cenas normais, o pessoal também irá fazer várias gravações de stockshot nas regiões visitadas, como Cache Creek e Kamloops, que serão inseridas no decorrer da história. Depois dessas cenas lá fora, a equipe de “Rei Davi” visitará cidades do nordeste brasileiro.
Essa será a terceira minissérie com tema religiosos criado pela Record,  ”A História de Ester” e “Sansão e Dalila” foram grandes sucessos da emissora comandada pelo Bispo Edir Macedo.
Fonte: Gospel Prime
Com informações UOL

Oração no I Congresso de Mulheres Diante do Trono repreende o “espírito de solteirice”


“Eu quero me identificar agora com todas as solteiras acima de 30 anos”, é assim que começa uma oração feita durante o I Congresso de Mulheres Diante do Trono que aconteceu na Igreja Batista da Lagoinha entre os dias 4 e 6 de agosto.
Um momento do evento foi destinado a clamar pelas jovens evangélicas que aguardam para ter o chamado “bom encontro”. Na oração o “espírito de solteirice” é repreendido da vida das mulheres que estavam participando do congresso.
O clamor fez parte de uma série de orações específicas coordenadas por Ana Paula Valadão que caracterizou algumas mulheres da igreja com trajes de outras nações. Foram levantados sete clamores: pelas jovens solteiras, pelas mulheres solteiras, divorciadas, viúvas, casadas, mães e pelas mulheres das nações.
Durante os três dias de congresso as participantes foram ministradas por Fernanda Brum, Alda Célia, Mariana Valadão, Ludmila Ferber, Susan Dutra, Renata Valadão, Márcia Resende, Helena Tanure, Devi Titus e outras que se revezaram entre os cultos.
Confira os vídeos:

Outdoor com versículos bíblicos condenando a prática homossexual causa polêmica em Ribeirão Preto


Uma igreja evangélica está causando polêmica na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, por ter colocado um outdoor com citações bíblicas que condenam a prática homossexual.
O versículo do livro de Levítico que diz  ”Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável…” foi exposto juntamente com o de Romanos que fala  ”até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros”.
Feito com o apoio do ministério Casa de Oração, a peça publicitária causou indignação no movimento gay da cidade e a Defensoria Pública já estuda se cabe medida judicial.
Fábio de Jesus, da ONG Arco-Íris, interpretou a atitude da igreja como homofóbica. Até o Grupo Gay da Bahia se manifestou em relação a esse caso, dizendo que a mensagem incita a homofobia.
O pastor da Igreja Casa de Oração da cidade, Antônio Hernandes Lopes, diz que a mensagem foi colocada na quarta-feira, 17, para “denunciar o pecado da homossexualidade”.
No domingo, Ribeirão terá a sua parada gay.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Folha de S. Paulo

Lana Holder debochando da igreja Assembleia de Deus e da IPDA!


A pastora Lanna Holder fundadora da igreja Comunidade Cidade Refúgio, destinada ao grupo LGBT (Lanna assumiu publicamente sua relação homossexual com a cantora e pastora Rosania Rocha), fez uma pregação recentemente debochando dos usos e costumes de igrejas pentecostais como Assembleia de Deus e Deus é Amor.
Em seu discurso ela recorda de situações cômicas que aconteceram quando ela ainda era da AD, chegando a dizer que foi “colocada em disciplina” por ter levado os jovens de sua igreja para o parque de diversões e também por levá-los a uma cachoeira.
“Eu falei para ele [para o pastor], o senhor me mostra onde está escrito na Bíblia ‘não andaras de roda gigante’?”, disse ela relembrando a conversa que teve com o pastor assembleiano.
Enquanto os membros da igreja davam risada sobre essas situações, a ex-missionária zombava até dos dons de línguas fingindo que estava no “mistério”.
“Nós crescemos debaixo de um sistema opressor”, disse ela se referindo aos usos e costumes. “Não estou falando mal da Assembleia estou falando do sistema”. Para ela usos e costumes é diferente de doutrina.
Nessa pregação ela também cita uma mulher que antes de fazer parte da Cidade Refúgio era membro da Deus é Amor, e Lanna diz que no ministério de Davi Miranda tomar banho com sabonete é pecado.
O vídeo foi postado pelo usuário MineirissimoBH que fez uma série de anotações com passagens bíblicas mostrando as contradições do discurso da pastora lésbica.
Assista:

Raquel Mello lança “Passos de Fé”


A cantora Raquel Mello está lançando seu mais novo CD“Passos de Fé”, um álbum com 13 faixas, caracterizadas por uma intensa adoração, marca registrada da cantora.
Entre as novidades deste trabalho, que é o terceiro lançado pela gravadora Central Gospel, está a participação de Pierre Onassis como compositor da faixa Cuida de mim, e uma música romântica que Raquel canta com seu marido, Marco Moreno.
Além disso, “Passos da Fé” traz a canção Amazing Grace, de John Nexton, e  também uma versão em português. A outra novidade é que a Raquel Mello resolveu regravar o sucesso de sua autoria “Minha Gratidão” lançado em 1999  no CD com mesmo nome.
O CD já pode ser adquirido pela loja virtual da Central Gospel.
Fonte: Gospel Prime

Candidata adventista desiste de reality show da Record por causa da sua religião


Comandado pela ex-modelo Ana Hickmann, o programa “Tudo É Possível” estreou um reality show neste domingo cuja maior novidade anunciada pela Record era o fato de se passar dentro da casa da própria apresentadora.
As dez mulheres confinadas numa mansão de Hickmann em Itu vão disputar uma série de provas com o objetivo de escolher uma delas para ser repórter do programa.
A novidade do quadro acabou sendo outra. Uma das candidatas selecionadas, Wasthí de Castro, de 25 anos, foi levada a desistir depois de dois dias de confinamento. Adventista do Sétimo Dia, ela se disse impedida de participar de uma festa na sexta-feira à noite e de competir numa prova realizada no sábado.
“Eu guardo o sábado”, explicou. “Sexta à noite eu considero sábado já. Faço atividades diferentes. E festa não é o tipo de atividade que eu faço nesse dia”, explicou.
“Respeito totalmente a sua fé”, disse a apresentadora. “Mas aqui no reality fica um pouco complicada esta situação. Quando você topou participar já sabia que aqui vocês iam literalmente sair da rotina. Você sabia disso?”
Chorando, Wasthi respondeu: “As informações eram poucas. Eu não podia correr o risco de deixar de tentar…” Antes, ao ser apresentada ao público, ela havia dito: “Eu sou capaz de fazer tudo menos passar por cima dos meus princípios, que são mais fortes do que qualquer outra coisa.” Ana abraçou a candidata, disse que aceitava a desistência e elogiou as suas convicções.
Trata-se, enfim, de um caso inédito e delicado, ainda mais por ocorrer numa emissora que pertence a um grupo religioso, a Igreja Universal do Reino de Deus, cujos pastores ocupam o horário da madrugada para fazer proselitismo da própria fé.
Fonte: gospelprime

Bruna Karla participará da Feira Nacional da Música


A cantora Bruna Karla estará participando da Feira Nacional da Música entre os dias 17 e 20 de outubro em Canela, no Rio do Grande do Sul. O evento não é destinado a música gospelmas terá algumas personalidades do segmento, incluindo a cantora.
A jovem de 22 anos tem recebido destaque no cenário nacional, principalmente depois do CD “Vento do Espírito” lançado pelaMK Music que alcançou a marca de 100 mil cópias vendidas. Depois disso, Bruna Karla já recebeu três Discos de Ouro, um Disco de Platina, um Disco de Platina Duplo e indicação ao Grammy Latino 2010 – prêmio máximo da música internacional. Bruna já ultrapassou a marca de 1 milhão de álbuns vendidos.
A Festa Nacional da Música chega a sua sétima edição como o encontro mais esperado e importante da música brasileira no RS. Entre os eventos que acontecem no evento estão os debates sobre os rumos da indústria fonográfica, a espontaneidade dos encontros e rodas de som, as apresentações e formações inusitadas, as trocas de idéias e projetos, a divulgação de obras e trabalhos realizados durante o ano.
Fonte: Gospel Prime